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QPM
Segunda-feira, Outubro 03, 2005
:: Maris :: 5:40 PM :: Quinta-feira, Dezembro 02, 2004
:: Maris :: 2:55 PM :: Segunda-feira, Novembro 22, 2004 Então. É hoje. Sei que ando pensando nisso há uns 4 meses e sei que queria que esses 4 meses passassem voando e, de fato, passaram mesmo. É hoje e eu não tenho a mínima idéia de como agir, como sorrir, o que falar, o que vestir, o que falar, o que vestir, o que fazer para o tempo parar e me deixar respirar. Acho que nunca fiquei nervosa em toda minha vida. Assim, desse jeito? Não, meu senhor. Achava que uma tremedeira aqui e ali era o cúmulo do extremo realmente absurdo do nervosismo. E agora?
:: Maris :: 6:44 AM :: Terça-feira, Novembro 16, 2004 Imagine você que fui a um show de Paulinho Moska e tudo aconteceu para tudo estar acontecendo. Preguiça, risadas insanas, chororôs insanos, conversas intermináveis, o som do teclado o tempo inteiro, cuscuz salgado, malandragem e nenhuma vontade de deixar este reino. Nenhuma vontade. Quando penso nesse desespero é quando mais me impressiono com o sorriso de Sandra. Sandra que não pára de falar um minuto. E que ri de tudo que você fala. Enfim, finalmente, já não era sem tempo de falar das meninas que moram comigo. Aê jacutinganuê. Elayny não dorme hoje. Com dois y sim, dona Margarida. Elayny que é uma antípoda. Doida e tímida. Também não pára de falar um minuto. No msn. Ah, essas meninas. Elas acham as minhas coisas o máximo. Me chamam de Mariosa, porque é o nome de uma velhinha velhinha velhinha que nos vende cerveja. De Buscapé, porque adoram tirar fotos. De Mariana, quando meu pai liga. Não sei se elas sabem que todos os elogios e carinhos e afetos e abraços estão guardados para sempre em mim. Olha, que brega. O foda é que é verdade. Logo eu que tenho mania de odiar e querer matar quase todo mundo do mundo. Elas vêm e me atacam de surpresas. Como um bilhete escrito num guardanapo guardado. Como um acorde de violão ensinado. O que eu mais gosto em tudo é que não existem motivos, mas as piadas. Não há nada que não renda um papo caloroso e infantil até o sono nos derrubar e Sandra se mandar no mundo. Cada uma com suas características. Todas completamente diferentes. Eu completamente diferente, adorando e convivendo com minhas dúvidas. Mas adorando. De certo, uma fase e pessoas que nunca vou esquecer. :: Maris :: 10:19 AM :: Sexta-feira, Novembro 12, 2004 Não perdi uma aposta e estou consideravelmente chateada com isso. Perdi pra ele. É. Foi aqui que tudo começou... Tem gente que a gente conhece há um tempão e nada. E tem gente que a gente mal conheceu e sente como se fosse há um tempão. Você sabe não é? Os dias prosseguem deixando-me pra trás. Eu que pensava ser tanta coisa. O que eu sou? Bem, isso já é demais. A única verdade é que eu o vivo. A única. Pode acreditar. Ele que me ensina tanta coisa. Que me faz rir. Que me comprime o coração. Que me acorda e não me deixa mais dormir. Ele que inventa um mundo só nosso. Que tem expressões fantásticas. Que tem o cabelo mais perfeito que alguém poderia ter no mundo. Os olhos mais lindos do mundo. O jeito mais lindo do mundo. Que me faz ser a pessoa mais melosa do mundo. Ele que tem a audácia de me subornar. De fazer drama. E algumas chantagens. Ele que me faz esquecer minha cunhada. Que espanta meus demônios. Que sai e me deixa com saudade. Que me faz escrever aqui. Ele que vale a pena todo mundo conhecer. Que é extremamente educado. Interessante. Inteligente. Que vai me passar todas as músicas do Lodger, porque só tenho quatro. Ele que aprendeu a gostar de Paulinho Moska. Que me fez gostar de Blur. Que me agrada sempre. Que perdoa meus defeitos. Ele que tenho vontade de comentar tudo que vejo. Que me escuta. Que me entende. Que é super parecido comigo. Ele que ganhou a aposta. :: Maris :: 4:06 PM :: Quarta-feira, Novembro 03, 2004 Tem momentos em que preciso dormir Que preciso beber Que preciso chorar Que preciso de atenção Que preciso ficar calada Que preciso ficar só Tem momentos que preciso curar uma facada no estômago Que não acredito em elogios Que não acredito em mentiras sinceras Que não acredito em mais nada disso Tem momentos engraçados Tem momentos normais Tem momentos que me escondem Tem momentos que me escondo Tem momentos que choro Tem momentos que amo E só. :: Maris :: 3:42 AM :: Sexta-feira, Outubro 29, 2004 Em algum lugar, perto dali, ele escutava. Escutava, mas não ouvia. - Olá?!? Tem alguém aí?!? - diziam os que acompanhavam seu corpo. Enquanto isso ele pensava. O que é felicidade? Um diploma na parede e dinheiro no bolso. Ter sempre um cigarro extra em mãos. Dormir no sofá da sala assistindo a ridícula programação da t.v. aberta num sábado à noite. Isso, ele sabia, não era felicidade. Sentia desejos, impulsos. Mas, será que comprar um carro esporte, namorar alguém 30 anos mais novo, enfrentar multidões em shoppings e boates, será que é isso a felicidade? Render-se à óbvia crise de meia-idade? Isso é felicidade? ''Duvido'', concluía ele, embora soubesse que era esse o caminho que tomava. Pascal dizia que os sonhos devem ser inatingíveis. Irreais. Porque uma vez atingidos, não ficamos satisfeitos. Ou seja, a fantasia de ter algo é melhor do que, de fato, ter. Querer é melhor do que ter. Mas, e se você já conquistou tudo o que queria? E se, de alguma forma, as Nornas, fiandeiras do destino, fizessem com que você conseguisse um bom e estável emprego, três filhos saudáveis (e sãos) e uma esposa retirada de um comercial de barbeador? O que fazer quando tudo isso já foi conquistado e não restarem desafios? - Alô?!? Tem alguém aí?!? De súbito, ele está de volta, fazendo a barba ante o espelho, se preparando para beijar sua esposa, levar seus filhos para a escola e partir para o trabalho. A vida que pediu a Deus. Sim, senhor... a vida que pediu a Deus. :: Jayme :: 3:32 AM :: Sábado, Outubro 23, 2004 -Por que você não ligou? - Não sabia que você estava falando sério... queria mesmo que eu ligasse? - Queria... E ali ele percebeu que já não tinha mais volta. Percebeu a magnitude de tudo o que estava para acontecer. Percebeu que após um esforço hercúleo, ele finalmente achara o que procurava. Foi como encontrar um mapa após ter se perdido há séculos. Um mapa onde tudo o que devia ser feito, todos seus passos, estavam descritos. E, assim que uma enxurrada de sentimentos diferentes se abateu sobre ele, percebeu que três sentimentos, acima dos outros, o guiavam. Feito faróis na escuridão: alívio, angústia e egoísmo. Alívio porque, de fato, foi o que o ensinaram a buscar. Desde seus curtos anos como um infante, era o que diziam que deveria buscar pelo resto de sua vida. E, como todas as coisas que haviam dito a ele durante sua infância, ele já havia descartado isso há tempos. Como se fosse uma lenda, algo inexistente. Angústia porque mal podia acreditar que sua vez, na longa fila dos abençoados, finalmente tinha chego. E ele sequer sabia que tinha entrado na fila... Egoísmo porque queria tudo para si. Não queria dividi-la com ninguém, não queria doá-la a ninguém. Queria devorá-la por inteiro, sem deixar migalhas. O que qualquer alma solitária haveria de fazer. Assim, se entregou a encontros sem hora marcada, conversas diárias com 7 horas de duração, segredos sobre ela e, algumas vezes, quem sabe, sobre ele também. E o três sentimentos iniciais cresceram, fundiram-se e tornaram-se um só. Um único sentimento que controlava seus pensamentos, o frio no estômago e a tremedeira nas pernas. Tudo de uma vez. E a ele deu um nome nunca antes dito. Um dos infinitos sinônimos para ''amor''. :: Jayme :: 1:38 AM :: Quarta-feira, Outubro 20, 2004 Às vezes me sufoca. É assim de sufocar mesmo. E eu tento respirar fundo e soltaaaaaar, mas não adianta não. Aperta, sabe? Depois eu fico me perguntando se isso é de verdade. O que não existe de fato existe. Existe porque sinto. Às vezes digo que não, não, é só coisa da minha cabeça. Até acho engraçado divertido e interessante. Só que não consigo querer pensar em mais nada. Paro sempre pra pensar porque penso demais. Paro tudo, pararia o mundo se fosse possível. Pensar é o que me resta. Às vezes só dói um pouco. Só porque quero demais. Eu quero muito. Todo dia. É tão perfeito. E lindo. E me faz feliz. Não existe de fato e me faz feliz. Não, eu também não entendo. Apenas respiro bem fundo e solto... And wherever you've gone and wherever we might go, It don't seem fair, Today just disappeared Your light reflected now, Reflected from afar We were but stones, Your light made us stars :: Maris :: 2:59 AM :: Sexta-feira, Outubro 15, 2004 E tudo que faço... Olhar na janela e ver a vida passar, escorrendo entre meus dedos como a água do chuveiro. Do chuveiro que tomo banho, pra lavar o corpo e porque não as mágoas. E depois enxugar com cuidado, pra não ferir mais ainda. Que é pra não aumentar a dor. Dor que não vai embora, apenas se afasta pra depois voltar tão forte quanto antes. "Antes", de onde vem a dor pra chorar "depois". "Chorar": água escorrendo que nem a do chuveiro. Análoga a água da vida. E tudo que preciso...!? . . . Achar uma torneira!!! :: Debs :: 12:03 AM :: Terça-feira, Outubro 12, 2004 - Como uma T.V. - Hã? - Nosso relacionamento. É como uma t.v. a cores. Quando passamos do preto e branco para o colorido percebemos o que outrora deixamos passar despercebido. Tudo fica colorido. As pessoas, as emoções, todas coloridas. E isso, em contraste com o mundo apático e desfigurado do preto e branco, é maravilhoso. - Onde você quer chegar? - Bem, após enxergarmos imagens coloridas e tudo o que elas nos proporcionam, fica incrivelmente difícil voltar a ver em preto e branco. Pra não dizer impossível... - Você me comparou com uma t.v.? - Ahm... é... - Vá se catar... - ... - Ah, e obrigada... :: Jayme :: 5:38 AM :: Domingo, Outubro 03, 2004 Os dias foram tão bem aproveitados que eles viviam um calendário diferente. Não havia ao menos distinção de idade. Distinção de sentimentos óbvios. Ou distinção de coisa qualquer. Na cabeça deles, eram só eles. E o mundo é algo muito longe do restaurante em que freqüentavam, no fim do universo. Não entendiam tempo, distância, diferenças. Apenas viviam a perfeição. Riam como duas crianças se descobrindo. Descobrindo o passado, medos, manias, interesses. Olhando fundo nas retinas como em um zoom bizarro. Uma combinação impossível. Ela admitiu a ficção. Ele começou a ser direto. Achavam que eram almas gêmeas e viviam suas diferenças deliciosamente. Viveram uma vida inteira em apenas um mês. :: Maris :: 7:34 PM :: Quarta-feira, Setembro 29, 2004 Acho que me apaixonei. E faz mais de 48h. E não é uma paixão fácil. Nem óbvia. Nem nada. É tudo. Sinto muitas coisas ao mesmo tempo. Agonia por meu pai. Alegria no meu novo reino. Saudades loucas. Vontades desconcertantes. E essa paixão que cobre tudo. Agora. :: Maris :: 2:56 AM :: Sábado, Setembro 25, 2004 Gelatina de cachaça Ingredientes: 4 pacotes de gelatina 2 copos de água 1 copo de cachaça 1 kg de açúcar Modo de preparo: Dissolver a gelatina na água, acrescentar o açúcar e depois a cachaça. Deixar ferver e colocar num tabuleiro ou forma de gelo. No outro dia cortar e passar no açúcar refinado. :: Maris :: 8:04 PM :: Terça-feira, Setembro 21, 2004 Seria o surgimento d um novo tipo d linggem? Ou apenas + 1 tipo d açassinato da noça língua portuguesa? Como si já não bastace os insultos à gramática praticados nas escolas, faculdades, etecetera, a Internet pode estar virando +1 meio para fazer com que Machado de Assis, Jorge Amado, Drummond, entre outros, revirem em suas tumbas.
:: Debs :: 5:05 PM :: Terça-feira, Setembro 14, 2004 Penso em meus amigos tão longe, esquecidos, vivendo suas histórias e contando piadas que, de certo, não entenderei.
:: Maris :: 12:58 PM :: Quarta-feira, Setembro 08, 2004 Eu sabia que o dia ia chegar. Mas não tão rápido. Alguns minutos atrás: - Alô. - Até que enfim, hein! - Oi, pai. (silêncio constrangedor) - Tudo bem? - Tudo.(desliga logo desliga logo). - Liguei ontem, você não atendeu. - Foi? - Deixei mensagem. Mesmo assim, (voz de velório) feliz aniversário atrasado. - Tá. (Silêncio constrangedor) - E aí, vai voltar dia 10? Dia 15 estou em casa viu? - .... - Ah, não! De jeito nenhum!Vocêjáficouaímuitotempofalouqueiavoltaremjulhoagosto eagoranadaaindaeunãoaguentomaisvocêvaivoltarsimeagenteprecisaterumaconversa vocêestavivendoumavidaquenãoésuanumacidadequenãoésuavousaircomvocêeconv ersardireitoeutôesgotadotrabalhandoaquidiretonãodámaisfiqueitãofelizquevocêdisse queiatrabalharnafábricaeagoraquerficarvocêsópodeestarmeescondendoalgumacoisa blablablablablablablablablablalalblalaaaaaaa... (longa pausa) - Não vou voltar não. - Vai sim. - Vou não. - Vai sim. - Vou não. - Vai sim. - Vou não. - Vai sim. - Vou não (vou não e vou não). - Dia 15 esteja em casa. - Ploft. Ó céus. :: Maris :: 10:49 PM :: Terça-feira, Setembro 07, 2004 Do tipo que passou 400 anos com 17 anos. Do tipo que não consegue dormir por causa dos grilos. Que lembra do barulho da amiga andando pelo apartamento (tic tic tic). Do tipo que lembra o que você nem imagina, de cada palavra, cada gesto. Do tipo que não leva desaforo pra casa. Que quando é pra dizer um, faz entrega em domicílio. Do tipo que sempre paga king-kongs homéricos em qualquer lugar que esteja, seja quebrar uma sandália no meio do shopping, andar com a garrafa de água derramando dentro da bolsa, levar o maior quedaço ou romper a alça da bolsa no meio de um show (claro que esses são apenas os sagüis). Do tipo que dá jeito em tudo, de uma desculpa até amarrar a alça da bolsa com uma liga de cabelo. Que a morte não duvide dela. Do tipo que é teimosa , pior que uma mula empacada. Do tipo apaixonantemente chata. Do tipo que fala mais que uma matraca. Que perde a voz por falar demais. Do tipo que dá dó de desligar o telefone. Que muitas vezes nem atende o telefone. Do tipo que entrega o coração até na mão de quem não pode. Do tipo que é musa inspiradora. Do tipo que depois dos primeiros minutos de conversa dá vontade de levar pra casa. Do tipo que num dia odeia uma banda, mas na outra semana é a fã número 1. Do tipo que ainda nem sabe o que fazer da vida, mas sabe muito bem o que não quer. Do tipo que odeia vodka, mas adora cartas non sense. Que não dá pra ter raiva durante 1 minuto inteiro. Do tipo que é abençoada pelo pai que tem. Que é desgraçada pela cunhada que possui. Do tipo que adora beber em posto. Do tipo que topa qualquer aventura. Do tipo que é meu todynho. Do tipo que escreve divinamente bem. Que me pergunta com uma cara de pau se o texto tá bom. Do tipo que ri de desgraça. Que eu converso com um silêncio. Que tem um milhão de segundos cadernos. Do tipo que adora amarelo e laranja. Que não é nem um pouquinho organizada. Do tipo que quando chega tem um dom de colocar tudo abaixo. Que basta apontar o dedo e deixar tudo bagunçado. Que odeia cachorro e adora gato. Do tipo que tem um piercing na língua mas tem medo de fazer uma tatoo. Que sempre acha alguém parecido com outro. Do tipo que ama iaiá do LH. Que quando lembra de algo é porque leu num livro. Que sempre me diz pra eu ler os livros. Do tipo que não gosta das pernas por serem grossas demais. Que odeia o nariz lindo que tem. Que tá quase careca (desculpe, não resisti). Do tipo que faz a proeza de queimar um miojo. Que sofre de uma insônia terrível. Que passa 3 dias acordada pra dormir 1. Do tipo que adora ir pro cinema sozinha. Que bebe, come sushi, lê e escreve sozinha no meio da praça de alimentação. Do tipo que está encantada com o yakult (leia-se orkut). Do tipo que odeia piequice mas assisti novela. Que chora com propaganda de tv e com um email fuderoso, nem se fala. Que abomina química, mas ama biologia. Do tipo que é um exemplo exímio da hipermodernidade, segundo Lipovetsky. Que filosofa antes mesmo de começar a beber. Que só bebe de canudinho. Que pede tudo na farmácia, menos remédio. Do tipo que ama farofa. Que faz(ia) churrascos sem carne, só pra ter um motivo juntar a galera. Do tipo que tem medo, fobia, aversão, terror, pavor, receio, repugnância, ódio, repulsa a peixe, mesmo que seja do tamanho de um girino. Do tipo que diz ser minha namorada pros caras chatos na balada e ainda fica me cercando. Que não tolera burrice. Que merece reis e não plebeus. Que consegue arranhar todos os cds, mesmo aqueles que ainda nem tirou da caixa. Que não é o Jô, mas já teve seu sexteto. Do tipo que me atura quando tô com tpm. Que ainda consegue me fazer rir. Que morre de medo de espírito. Do tipo que eu já morri de tantas saudades. Que todo mundo pensa que é minha namorada ou coisa que o valha. Do tipo que eu já tenho a permissão do pai pra casar. Do tipo que eu cresci junta. Que já fui cunhada. Que sou irmã, amiga (mãe não, por favor!). Do tipo que é meu esquema. Do tipo que eu sei que ficou com raiva de mim na sexta, por não ter ido. Que não me atendeu no sábado. Que depois de falar um tempo comigo no msn esqueceu a bronca. Do tipo que eu nem preciso desejar parabéns e toda a felicidade do mundo. Que eu nem preciso dizer que eu queria estar aí pra tomar todas. Do tipo que eu nem preciso dizer que é o meu tipo preferido. Do tipo que faz aniversário no dia 7 de setembro. Que tem um monte de homens desfilando pra ela por todo o Brasil. Do tipo que 937 bilhões de anos depois, finalmente, completa 20 anos. Do tipo que eu não preciso dizer nada disso, 20 anos. Do tipo que já sabe tudo o que eu penso, 20 anos. Do tipo, 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. 20 anos. :: Debs :: 11:42 AM :: Segunda-feira, Setembro 06, 2004
:: Maris :: 2:22 AM :: Quarta-feira, Setembro 01, 2004 ''Pai, tenho uma coisa pra contar...'' ''Você está grávida!'' ''Não, pai.'' ''O que foi, filha? Sofreu um acidente?'' ''Não, pai.'' ''Você está me deixando preocupado.'' ''Não é nada demais, não. É que...'' ''...'' ''É que... eu.......eu... eu vou ficar!'' ''Ploft'' ''Alô? Pai?'' ''Sabe aquele curso que eu vim fazer?'' ''Sei.'' ''Não fiz'' ''E o que você aprendeu com isso?'' ''Com isso, nada. Mas aprendi muitas coisas.'' ''Que bom. Pelo menos amadureceu.'' ''Er....'' ''Me diz, o que você aprendeu de mais importante?'' ''De mais importante? Eu nem sei se é importante assim.'' ''Me diz pelo menos 3 coisas que você aprendeu, que eu já fico feliz.'' ''Bom, eu aprendi que a vida é engraçada. Aprendi a sorrir para as crianças. E aprendi que você sempre esteve certo.'' ''Mesmo? que bom! O que te levou a pensar assim?'' ''Bem... primeiro eu fumei um e comecei a rir de coisas banais. Depois eu bebi e até as crianças parecem simpáticas. E você tem razão quando me pede pra te buscar uma cerveja. Buscar cerveja é um saco.'' ''Ploft!'' ''Alô? Pai?'' ''Pai, não posso voltar.'' ''Por quê?'' ''Estou presa.'' ''Minha filha. Livre-se de coisas materiais. Seu lugar é aqui.'' ''Não posso, estou presa.'' ''Oh! Filha! Preciso de você.'' ''Eu também preciso de você.'' ''Então, volta!'' ''Não posso, estou presa. Presa!'' ''Como assim, presa?'' ''Na cadeia, pai.'' ''Ploft!'' ''Alô, pai?'' ''Decidi. Vou fazer vestibular de novo'' ''Que bom! Pra quê?'' ''Acho que você não vai gostar.'' ''Você sabe que eu não ligo pra essas coisas.'' ''Não sei ainda, acho que filosofia.'' ''Ploft!'' ''Alô, pai?'' Pai? :: Maris :: 6:29 PM :: Domingo, Agosto 29, 2004 Sábado. Cinco horas da tarde. Dez cervejas. Duzentos cigarros. Angústia dissolvida. Vamos sair. Agora!
:: Maris :: 3:08 PM :: Sábado, Agosto 28, 2004 Hoje eu não acordei. Hoje eu não vou dormir.
:: Maris :: 6:49 AM :: Quarta-feira, Agosto 25, 2004 Marilia, meu amor! Vou comprar cerveja e tentar arrumar a casa para te receber. Vê se traz um pouco de ralf pra que seca só fique a minha boca. E nem vem que eu não vou deixar você beijar meu piercing. Hahaha. Mais tarde: Não arrumei a casa, nem comprei cerveja. Sem cerimônias. Sem dramas. Cem gramas. Sound track: Mary Jo - Belle and Sebastian Mary Jo, living alone Drinking gin with the telly on She wants The night to follow day and back again She doesn't want to sleep Well who could blame her if she wants? The night to follow day and back again She doesn't want to sleep Well who could blame her, if she sleeps? Well who could blame her, if she sleeps? Well who could blame her, if she's sleeping? :: Maris :: 12:09 PM :: Segunda-feira, Agosto 23, 2004 Oi, eu me chamo Débora. Tenho 22 anos! Que bosta né? Acabei de completar. Sim, meu aniversário é hoje. Dia 23 de agosto. E eu nem sei se meu signo é virgem ou leão. Isso é uma bosta mesmo. Alguns falam que eu sou leão-virgem. Mariana diz que eu sou de virgem porque eu sou muito, mas muito, mas muito organizada. Ela diz que isso é uma bosta. Ela que é muito, mas muito, mas muito bagunceira. Se não fosse eu pra ir de 4 em 4 meses visitar ela, eu não acharia nem a própria em meio a tanta bagunça. Que bosta, Mariana, e você não está nem aqui comigo hoje. Tudo bem, pelo menos ela não vai ficar dizendo que tem 19 anos o tempo inteiro.
:: Maris :: 12:28 AM :: Sexta-feira, Agosto 20, 2004 Automaticamente associando idéias e elementos eu vejo que a felicidade é uma coisa linda. Linda e boba. Sabe felicidade de sair cutucando o povo na rua? Estou deliberadamente ditosa, um sorriso bocó no rosto e vendo a belezura do mundo. Que ar puro. O céu não está estrelado, mas sei que elas estão ali camufladinhas. Ah, essas estrelas. Estrelas são lindas. Quem será que inventou o desenho delas? Deve ter sido uma pessoa linda. E essas ruas esburacadas... tão poético.
Agora, que graça tem não mostrar a ninguém? ![]() :: Maris :: 2:38 AM :: Sábado, Agosto 14, 2004 É ou não é a coisa mais linda do mundo? E foi eu que tirei. Debs, morra de inveja! ![]() Estou feliz por ter meu computador de volta. Embora seja um desconhecido. Novo tudo. Tudo novo de novo. E qualquer semelhança é mera coincidência. Porque eu acabei de pensar nisso. (suspiro) Ah, essa falta do que falar... Poderia ficar nisso: Meu computador voltou. Voltou meu computador. Meu amor. Ou ainda: Chegou. Chegou meu computador. ÔôÔ Que calor. Meu computador. êêêÊeê. (Declaro oficialmente a volta das tirinhas surrupiadas do vidabesta.com. Ou não) :: Maris :: 11:15 AM :: Terça-feira, Agosto 10, 2004 Nem acredito que quinta-feira meu computadorzinho filha-da-puta vai estar em casa.Por enquanto, apanho do violão de uma forma que me deixa com vergonha de mim mesma. E hoje acordo com Cartola na cabeça e seria de bom (auto) proveito saber tocar.Resta-me escutar meus cd's que nem acredito nos preços baixíssimos que os comprei. É só não ter um computador e uma tv a cabo para enxergar as cores do mundo. Mesmo! Bate outra vez Com esperanças o meu coração Pois já vai terminando o verão, enfim... Volto ao jardim Com a certeza que devo chorar Pois bem sei que não quero voltar Para aí.. :: Maris :: 5:28 PM :: Quarta-feira, Julho 28, 2004 Minha forma de escrever mudou e está todo mundo falando isso. E agora eu fico pensando. Quero escrever da chuva maravilhosa que cai lá fora, das crianças que correm deixando rastros de pipoca, de como eu agradeço por ter dinheiro para usar esta internet. Quero falar como amo poucas pessoas, como eu amo muito essas poucas pessoas. Muito. Como adoro cream cracker com queijo e café com leite, filme francês, e que só bebo cerveja com canudinho. E como eu não ligo para requintes. Como vejo graça em desgraça. Como sou injusta e chata. E acontece assim, quero falar que quero falar. Mas isso é só uma coisa que eu estava pensando. :: Maris :: 3:07 PM :: Sexta-feira, Julho 23, 2004 Hoje o álcool assiste comigo a solidão. Está uma noite linda. Tantos prédios, tanta coisa igual e uma lua sem forma.
:: Maris :: 3:27 PM :: Terça-feira, Julho 20, 2004 Isso sim é o que podemos chamar de um "Bom conselho" : Ouça um bom conselho
:: Debs :: 10:19 PM :: Quinta-feira, Julho 15, 2004 Na última vez que troquei meu nome por um outro nome que não lembro mais tinha certeza: ninguém poderia me encontrar. Mas, que ironia... Minha própria vida me trouxe de volta ao ponto de partida como se eu nunca tivesse saído de lá. Sou um móbile solto no furacão... Qualquer calmaria me dá solidão. Quando a âncora do meu navio encosta no fundo, no chão, Imediatamente se acende o pavio e detona-se minha explosão Que me ativa, me lança pra longe Pra outros lugares, pra novos resentes Ninguém me sente... Somente eu posso saber o que me faz feliz. :: Maris :: 12:14 PM :: Segunda-feira, Julho 12, 2004 Nooooossssaaa!!! Quanta teia de aranha e que cheiro horrível de mofo!!! Não tenho condições de escrever (vale salientar que na verdade nunca tive), o cansaço dessa vida de gente "responsável" não me permite, tá difícil! Se antes o problema era só o de passar as idéias pro papel, agora é pensar... trabalha trabalha trabalha trabalha trabalha
P.S.1: Calma Lila, em breve serás a musa do QPM!!! P.S.2: Também quero deixar claro aqui o meu protesto... Maris, cadê você??? Gente, pode reclamar mais com ela, por favor. :: Debs :: 10:31 PM :: Quarta-feira, Junho 30, 2004 ''Não me chamo mais Paulinho Moska. Agora é só Moska. Quarteto Móbile/Moska. Eu falso da minha vida o que eu quiser. Falso sem o verdadeiro como oposição. Falso porque a verdade está morta. Falso porque o amor está livre. Falso porque a felicidade é um exercício, uma prática, um território de delírio. Falso porque estou vivo e a vida é um labirinto de encontros em que cada curva que optamos revela o "principício" de um novo labirinto de possibilidades. E as curvas que deixamos para trás se transformam em realidades "falsas", encontros que nunca teremos Pois é, eu falso assim. Agora será no falso que eu afirmarei a minha verdade. Não na forma e sim no conteúdo. Sem contornos. Sem Paulinho.''' :: Maris :: 12:53 PM :: Quinta-feira, Junho 17, 2004 Milhões. São milhões de pessoas que não gostam do que gosto. Milhões são as coisas e mais ainda são as pessoas de quem não gosto. Não gosto discaradamente. Escarro, piso, passo sem ver, fujo covardemente de tudo que não me agrada. Ou acho que não me agrada. Quem inventou que tem que ser desse jeito metódico, desse jeito ridículo, insensato, vazio, triste, igual. Quem foi que inventou, porra? Faça o favor de me procurar. Não para um acerto de contas. Mas para me fazer entender. Porque eu só posso ser muito é burra. E eu odeio ODEIO ser burra por não me fazer entender, não querer ver, não estar nem um pouco a fim de viver essa merda toda. :: Maris :: 8:55 PM :: Sábado, Junho 12, 2004 O Tempo Não Pára
:: Debs :: 11:55 PM :: Sábado, Junho 05, 2004 Meu pensamento só quer pensar em quando a sua voz me falou : ''vamos!''. A religião que nós duas inventamos merece um definitivo talvez. Você não precisa dizer mais nada que ainda consigo escutar. No futuro da minha memória você está comigo em todo lugar.
Mas na verdade, tanto faz Porque visto as frases que você me deu Mas elas não me servem mais O que aconteceu com seu futuro que era o meu? Agora não adianta mais me responder (nem venha me dizer) Quem passou do ponto onde era longe E de que jeito era o certo Porque minha dor sempre se esconde Mas nunca sai de perto O que aconteceu com meu futuro que era o seu? Eu não vou provar do seu antídoto Que me salva e me condena a me encontrar perdido Não preciso de você pra descobrir Que a estrada infinita que tenho que seguir Não leva a nada Começamos o fim... É assim O melhor pra você, o melhor pra mim Eu não voltaria mesmo E você não podia ter ficado aqui (nunca foi tarde) E hoje quando amanhece sol Abro a janela para a chuva Que coincidência: tua mão Não cabe mais na minha luva O que aconteceu com o futuro que morreu?... Ou nunca existiu? Você nem olhou pras coisas que admiro E nem me ouviu Mas era eu quem te chamava com meu último suspiro O que aconteceu com o futuro que se perdeu? (nunca foi tarde) :: Maris :: 2:51 PM :: Quarta-feira, Junho 02, 2004 Não sou o guia dos curiosos, mas hoje é o dia internacional da cirurgia... hhehehee brincadeirinha!!! Hoje aqui em casa, é o dia da lambança de cirurgias, meu pai de manhã e eu à noite. A do meu pai foi ótima, tirar um cisto no olho rapidinho, amanhã já tira o curativo, tudo beleza. Já a minha, pqp, sempre fico com a pior parte, só podia comer até uma hora da tarde de hoje, depois disso nem água posso beber mais, ninguém merece e logo eu que não paro o queixo, sacanagem! Internação ás cinco da tarde, ou seja, comer que é bom... HA!... só amanhã, meu bem.
:: Debs :: 2:59 PM :: Terça-feira, Junho 01, 2004 Historinhas pra dormir!!!
:: Debs :: 12:37 AM :: Quinta-feira, Maio 27, 2004 Juro que vou num psiquiatra (cadê você, Fernando?) saber o porquê de tudo o que eu faço acabar em putaria!!! (como diria minha velha amiga Maris, que aliás tá ficando famosa, pra vocês que não sabem ela tava morando com o Gomes da Silva, que foi preso na operação Vampiro... hehhehehehe brincadeira, só moravam no mesmo prédio) :: Debs :: 10:58 PM :: Quarta-feira, Maio 26, 2004 Acordar cedo.
:: Debs :: 9:48 PM :: Quinta-feira, Maio 20, 2004 É. Mulheres, vai entendê-las né? Ontem foi muito engraçado (tá até parecendo... nada, deixa pra lá). Minha professora (louca, mas louca de verdade mesmo) veio pra aula dizer que não poderia ministrá-la, deu alguns recados, discutiu alguns assuntos e no final do aviso decidiu que eu iria dar a aula, não tinha coisa melhor pra me acontecer. EU numa sala "desconhcida" dando aula, só teria uma coisa pior pra me acontecer, que seria se aparecesse uma barata, mas graças a deus... Bom, voltando ao assunto, vi minha querida idolatrada salve salve professora dando adeus e gritando que eu seria a responsável pela aula, tudo bem, foi aí que eu parei e prestei atenção na sala e me "coloquei" no lugar da professora. Foi praticamente um filme de terror, um verdadeiro pesadelo, eu que tenho pavor de falar em público, nem que seja pra apenas uma pessoa, extremamente tímida fiquei de cabelo em pé, ainda mais se não bastasse um detalhe... na minha sala são quase 30 mulheres, eu digo, só e somente só mulheres, sem noção. Nos idos da aula, olho para um lado e o que é que eu vejo?! Uma ex-colega de sala com o sobrinho nos braços chamando a irmã que assistia a aula pra dá de mamar pro filhinho dela, claro, ela pega seu filho e naturalmente dá o peito pro seu filhote (de 2 meses apenas) que logo após começa a chorar, acontece. Isso tudo, enquanto uma brinca de tomar a pinça da outra que está tirando a sobrancelha, outra fala do namorado que acabou, uma fala que tá seca, outras duas ficam zoando da cara dessa uma e é mais ou menos por aí, que se dá a feira, quero dizer, aula. Mas no fim das contas sobrevivi a essa guerra, porém sinceramente, rezando para que existisse algum ser com um P** no meio das pernas, não pra passar a aula imaginando todo tipo de sacanagem com ele (isso já é uma coisa óbvia, claro que dependendo do tipinho), mas pra ver se elas se comportariam de outro jeito, sei lá, talvez a presença de algum ser de marte as inibiriam. Com toda pureza d'alma agora sinto pena da minha professora, tadinha, ter de matar um leão desses por aula, é F***! Mas, como já dizia o velho Tim, "uns nascem pra rir e outros pra chorar"(acho que é isso). E como não podia deixar de ser, lá vai minha homenagem a elas: Todo homem deveria ter um carro
:: Debs :: 11:58 PM :: Terça-feira, Maio 18, 2004 Ó blog, é tão difícil escrever aqui agora. Você não me reconheceria. E eu também já não me sinto tão atraída. Foi embora. Aquela paixão arrasadora, os posts famintos para serem publicados, a paciência de responder comentários, tudo isso passou. Desculpa te falar assim, na cara, mas não tenho como fugir da minha sinceridade. Agora é assim, só te procuro quando eu quero. Mas não se preocupe, por mais que demore, sempre passarei aqui pra te acalentar. :: Maris :: 1:47 PM :: Sexta-feira, Maio 14, 2004 Às vezes, quando paro pra pensar (isso não soa muito legal, né?!) na "natureza" humana, fico incrivelmente impressionada. Impressionada, não no sentido bom da palavra. E pra piorar tudo, escrevo esse texto com uma trilha nada legal, nada MELHOR que você ouvir um familiar assistir ao programa do Leão, é ... acho melhor parar por aqui! A "sede de sangue", podemos assim dizer, seria o aspecto que eu quero me ater. É impressionante o prazer que as pessoas tem em, de algum modo, participar de qualquer tipo de desgraças, pode ser: presenciando ou repassando a notícia ou coisa que o valha. Sei lá, mas é válido salientar que o barato desse lance é ser o primeiro a dar a notícia e, se possível, pro maior número de pessoas, é incrível, chega os olhinhos do locutor brilham de satisfação. E quando ele participou então?! Nem que tenha sido apenas pra aumentar o tumultuo ao redor do acontecido e atrapalhar o socorro, aaaaaahhhh aí é melhor do que ganhar da Argentina de goleada no final de uma copa do mundo.
Poxa, nada inspirador pra escrever!!! Na frente do computador, a mesma tela em branco que eu vejo reflete diretamente o meu cérebro, numa sinapse inexplicável e espetacularmente exata...
:: Debs :: 10:50 PM :: Sábado, Maio 08, 2004 Bom, eu não tenho nenhuma novidade mirabolante digna de um post de re-estréia.
:: Maris :: 4:06 PM :: Tá vendo como são as coisas?! Eu juro que eu tentei ajeitar o template, a tirinha que eu queria não deu certo (vai ser burra lá na casa do c*****), então é sob muito pudor e acanhamento que sou, posso assim dizer, obrigada a deixar essa figura que me causa um rubor fora do comum em minhas têmporas anêmicas. Prometo que com mais calma, paciência e menos sono, tentarei de todas as formas possíveis alcançar meu objetivo de colocar essa tirinha desgraçada aqui no blog. Vocês hão de ver!!! (na verdade, era pra ela já está aqui pra combinar com minha declaração de amor, mas tudo bem) E se fosse mais cedo, eu juro que escreveria sobre o dia de hoje, que na verdade foi ontem, o que posso considerar um dia meu, que é (ou foi) o dia do silêncio. Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é ouvir o silêncio. Tentem fazer isso, parar e ouvir o silêncio. Podes crer que não tem nada mais ensurdecedor e, ao mesmo tempo, maravilhoso de ouvir. Não desmerecendo Moska, Cordel, Cake entre outros, É ÓVIO!!! :: Debs :: 1:56 AM :: Quinta-feira, Maio 06, 2004 É. Hoje não é uma data muy legal pra mim. Não traz lembranças muito boas.E pra você? Como é que tá sendo? E ainda por cima, só faz aumentar a "raiva" que eu tenho de certas pessoas da minha família. E a cada conversa, eu descubro mais coisas. Mas é a vida né?! Ou seria a morte, porque só depois dela é que você virou a pessoa mais importante da família, mais adorado do que o mais adorado dos santos. Na morte você chegou à perfeição, você passou a ser: o filho mais pródigo, o mais amado, o xodó, o que sempre fez as coisas certas... resumindo, automaticamente você virou totalmente o contrário do que te "acusavam" quando era vivo... Mas é isso mesmo... Creio que seja uma forma de remorso, por tudo o mal que eles te fizeram e talvez, de algum modo, continuam te fazendo, não sei bem. Não fui a nenhum canto específico hoje, só pra me lembrar de você, porque na verdade não é e nem nunca foi preciso isso. Daria tudo pra saber como você está agora. Umas das piores coisas é essa saudade que vem me comendo a prestações a perder de vista, mas é isso mesmo, essa dívida nunca vou poder pagar por completo. Agora vou indo, tá?! Vim aqui só pra te dar um alô, pra dizer que vou indo bem na medida do possível, notícias dos outros não vale a pena te dar (apesar de achar que você já as sabe), apenas por motivos de forças pequenas, praticamente invisíveis e indizíveis, pra não dizer nulas. Sem mais delongas, desde já tô indo, viu? Beijão e Saudades :: Debs :: 11:16 PM :: Quarta-feira, Maio 05, 2004 - Ele não pára de olhar pra cá!!! - Porra, gato do c****! Dj colocando a pista abaixo, a galera enlouquecendo. - Acho que é com você!!! - Não, não... você acha?! Acho que não é comigo não... - Peraí... fique de frente pra mim. ... - E aí?! - Vá lá falar com ele, pergunte o nome dele, como é que ele vai voltar pra casa e tals, puxe assunto com ele... - Você tá louco?! Vou nada, eu morro de vergonha, sou muito tímida!!! - Caraca, eu não acredito que você não vai falar com ele, vai deixar esse gato escapar?! - Ah, não vou falar com ele nem a pau!!! Depois de muita insistência e os outros tentando dizer que não precisava daquilo. - Vá lá menina, fale com ele só puxe assunto e depois me apresente. - Não, não tenho coragem de falar com ele, vou chegar assim do nada?! - Só pergunte o nome dele, eu ajeito o resto... - Não, não consigo chegar lá e sei lá, vou perguntar o quê e depois... vou dizer: "ei, você quer ficar comigo?"... - Peraí, você tá pensando que isso é com quem???!!! - Ah tá!!! Foi mals Vítor, eu tava pensando que era comigo... ehhehehehheh.... mas mesmo assim, não tenho coragem de ir lá falar com ele!!! - Porra Débora, você me paga!!! :: Debs :: 10:09 PM :: Segunda-feira, Maio 03, 2004 Nossa, quanto tempo?! Gente não é a Maris... quem vos escreve é a Debs! Não, não sou o alter-ego da Maris, sou de carne e osso mesmo e co-(ex)sócia-fundadora do QPM. Depois do meu último post, que causou alguns "transtornos", tinha decidido não mais escrever, mas como decisões são para voltar atrás, estou escrevendo a pedido de minha irmã, amiga, ex-cunhada, companheira de aventuras, de viagens (em todos os sentidos), de baladas, ex-futura-colega de sala, quase-companheira de apartamento, confidente e vidente, para resumir um pouquinho... MINHA TUDO!!! O pai dela até já deu permissão pra gente se casar, hehhehhhehhe! Calma gente, não somos homossexuais, mas sem dúvida ela é a mulher da minha vida. E não dá pra descrever a saudade que eu tô sentindo dela, parece até que eu vou explodir. Eu sei que quando ela ler essa post (o que eu acho que vai demorar um pouco porque ela tá sem computador) vai querer me matar e parece até que eu já tô vendo os comentários maldosos, mas é isso mesmo, já tô acostumada com isso, não é novidade nenhuma pra mim. Mas desde já declaro aqui meu amor por meu amor:
:: Debs :: 4:48 PM :: Sábado, Abril 17, 2004 Aviso ao pessoal que me manda e-mail: Não estou podendo responder porque meu computador está bichado, não entra no site do hotmail nem a pau. E o outlook não envia meus e-mails.. Como a grana e a paciencia com essa merda de computador estão praticamente escassas, não posso dar previsão de resposta. Viu? Não morri. Debs, esqueceu meu telefone, minha filha? :: Maris :: 1:43 AM :: Quarta-feira, Abril 14, 2004
:: Maris :: 10:01 PM :: Quinta-feira, Abril 08, 2004 De : Karinna França Enviado : quarta-feira, 7 de abril de 2004 15:09:27 Para : marianamonteiro@hotmail.com Assunto : RE: error ei ai, como ta com o lance de escrever? nadinha nem por papéis? sei como é isso... tb ando sem... hã... como é msmo o nome... ah, inspiração!! e n é q não esteja acontecendo nada de legal ou emocionante, ou q eu nao consiga sentir d verdade as emoçoes das coisas. é so pq n estou inspirada. culpa das palavras... elas (as palavras) andam numa fase meio repetitiva. parece q todas elas ja passaram pelos papeis, q ja se apresentaram pela fala, q ja sao todas bem comuns. isto me irrita as vezes! principalmente qdo elas se rebatem em justificativas. arranjam desculpas pra tudo! mas n é o fim do mundo. uma hora tudo passa... sei q d repente, elas (as palavras) vao cansar e ai vao pedir auxilio. vao chegar mansas e como se n soubessem muito o q dizer. ai eu as ajudo. finjo q n sei bem o q esta acontecendo, me junto a elas, fazemos as pazes e tudo volta a ser como era antes. é só uma fase independente das palavras. já,já tudo se resolve! ninguem consegue ficar muito tempo sozinho. bjos _karinna_ :: Maris :: 4:52 AM :: Quarta-feira, Março 31, 2004 A quem perguntou... Não sei. Sei lá. Não to mais a fim de escrever. Não sei por quanto tempo. Cada dia é tão diferente, que amanhã mesmo posso postar alguma coisa. Mas agora não dá mais. Eu estou completamente abusada. Argh. Abusada. Tudo que eu tava escrevendo refletia sempre um lado pesado, um ar triste, penoso. Não quero que seja assim. Até breve. :: Maris :: 3:59 PM :: Sábado, Março 20, 2004 As pessoas me perguntam o tempo todo como eu me sinto morando sozinha. Simples minha gente. Sozinha. Mas eu digo que me sinto normal. Sabe, pra não assustar. Ia demorar explicar que não é um sozinha-ruim. Ia acabar dizendo que - o que não é mentira - estou meio que realizada. Meio que essas coisas bem frescas de folhas de diário. Morar só é se sentir só quando vê que só tem uma escova de dentes na casa. É não ter como gastar o número de palavras suficientes para um dia. É dar boa noite ao William Bonner. Que está de férias. E ainda cantar músicas bregas que meu pai toca no violão. Que detesto, inclusive. Fora isso, é tudo mais razoável. Eu posso deixar qualquer coisa em qualquer lugar. Posso esquecer a toalha e sair do banheiro molhando a casa toda. Posso deitar na varanda e esperar o sol me secar. Posso chegar e jogar as coisas pra qualquer lado. Enfim. Mil coisas. Menos conversar com alguém e contar como foi meu dia, eu sei. A solidão é fera, mas por enquanto, não devora. Estou bem, pai. Pode ficar tranqüilo. :: Maris :: 10:59 PM :: Segunda-feira, Março 15, 2004 HAAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHA AHUEHUAHEUHUAHUHWUHUAHUAHUHAEAUHUIHBHAHAHA AHUHEUHRUIHUIWHBJKVKVPJBIRHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA AHUEHUAHUEHUAHUHEUHAUHEUHAUHEUHAUHEUHAHAHAHA AHUEHUHAKKKKKKKNAUNUONUBCKKKKKKKKKKKKKKKKKKK HAAHAHAHAHAHAHHAHAHHHAHAHAHAHAHAUHAUHEUHEUH AHUSABIJEWIBCUIEBWWIUECWUIEIGHAHAHAHAHAHAHAHAH HAAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHA AHUEHUAHEUHUAHUHWUHUAHUAHUHAEAUHUIHBHAHAHA AHUHEUHRUIHUIWHBJKVKVPJBIRHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA AHUEHUAHUEHUAHUHEUHAUHEUHAUHEUHAUHEUHAHAHAHA AHUEHUHAKKKKKKKNAUNUONUBCKKKKKKKKKKKKKKKKKKK HAAHAHAHAHAHAHHAHAHHHAHAHAHAHAHAUHAUHEUHEUH AHUSABIJEWIBCUIEBWWIUECWUIEIGHAHAHAHAHAHAHAHAH Ahn... :: Maris :: 10:42 PM :: Sábado, Março 13, 2004 Parece que o meu passado é um tempo muito distante. Parece que eu não vivi aquelas coisas todas. Parece que eu nunca vou ser uma pessoa melhor do que costumava ser. Acabou. O espetáculo acabou no último verão. A vontade de ver fazer sentir qualquer coisa ficou por lá. Foi quando fui dormir e não quis mais acordar. É como se esse espaço de tempo tenha sido apagado do calendário. Como se todos os sentimentos tivessem ali se dissipado. Como se meu coração, tanto tempo sentindo nada, tivesse atrofiado. Como se fosse um apêndice. Sem função. Todo esse tempo. Todo esse nada. Talvez o primeiro dia do resto da minha vida tenha sido na semana passada. Talvez não será nunca mais. :: Maris :: 10:46 PM :: Quarta-feira, Março 10, 2004
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